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Archive for Março, 2011

DANDO UM TEMPO [1]

Vez ou outra passo os finais de semana em Fortaleza e gosto muito de pensar em outras coisas além da faculdade quando estou aqui.

Então, vou começar a postar coisas a respeito do tempo em que não estou SendoOdonto.

Porque, pensando bem, estou nos meus “golden years”, dos 22 aos 27 em uma cidade diferente, longe de tudo o que eu gosto de fazer. Será que eu vou perder todo esse tempo só estudando? Esse tempo não vai voltar, então tenho que aproveitar ao máximo os finais de semana de volta para a minha terra

Pra começar, uma das coisas que eu mais amo fazer e mais amo ter aprendido…

 

.: MÚSICA :.

Não sou daquelas pessoas que sabe de tudo de certos cantores, certos músicos, mas nossa, como eu amo sentar em algum canto e começar a cantar… Pegar um violão e tentar pegar alguma música nova… Balançar na rede (coisa boa cearense) e ligar o player do meu celular…

Chegar em Fortaleza e ter um final de semana cheio de música é uma das maiores alegrias que tenho.

Nos domingos eu vou à igreja, tanto em Fortaleza, quanto em Sobral, e é uma delícia poder cantar. Aqui em Fortaleza, eu toco teclado na igreja e vez ou outra canto alguma música durante o culto.

Eu sempre digo que meus pais me ensinaram a ser uma “entusiasta de atividades extracurriculares” e isso é uma das maiores verdades ao meu respeito. Não consigo fazer a mesma coisa por muito tempo, especialmente quando eu tenho um tempo livre da faculdade.

Nessas horas, o que eu mais quero é esquecer que as obrigações existem e fazer aquilo que eu gosto.

Comecei a tocar flauta doce com 12 anos… Aprendi a ler partitura (esqueci mais da metade do que eu aprendi), com 14 eu comecei a tocar teclado (O Carlinhos, o garoto que está tocando teclado na primeira foto, me ensinou por uns seis meses), comecei a aprender a tocar violão com 16, por alguns meses e quando meu irmão começou a tocar eu fui pegando um pouco mais de prática, meu pai me deu uma flauta transversal no meu aniversário em 2008, e em 2009 ganhei um violino.

Às vezes eu penso quem eu seria se eu não soubesse tocar um instrumento. E eu não consigo ir longe com esse pensamento. Eu corto muito rápido a imagem dessa possibilidade.

Cantar também é muito bom… Um instrumento que você carrega consigo por onde quer que vá, que não pesa nem precisa de eletricidade para funcionar… Comecei a cantar no coral da igreja quando criança e continuei cantando quando o coral ficou sério e grande há alguns anos. Para mim era bom, não tinha prática e camuflar meus desafinos com a voz de outras pessoas me parecia muito bom.

Após um tempo fui remanejada, de contralto para soprano (eu sou mezzo), e o bicho pega quando você tem que cantar que nem gatinhos miando… Rsrsrs. Mas mesmo assim minha voz ainda estava camuflada. Já fiz alguns solos nas cantatas de Natal e alguns outros nos cultos com Ceia.

Não sou uma ótima cantora, lógico. Não tenho potência, mas dizem que tenho uma voz bonita. Não posso dizer isso, minha auto-estima abaixo da média não me permite.

Me disseram que tenho a voz parecida com a da Sandy, Norah Jones, Paula Fernandes… Boas vozes para ser comparada. Isso me deixa muito feliz.

 

Bom, já dei um tempo, agora tenho que resumir uns artigos para um projeto em que estou trabalhando. Com o professor Alfredo, lembra?

De volta ao mundo acadêmico! Mas nunca esquecendo de retornar à realidade.

 

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